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Emagrecer prejudica o rendimento esportivo? Confira


A alimentação é um dos principais fatores para manter uma vida saudável. Além disso, é importante para o nosso sistema imunológico e no nosso desempenho em atividades físicas. Sendo assim, evitando fadigas, podemos diminuir o risco de lesões ou acelerar o processo de recuperação, se for o caso.


No esporte, a alimentação adequada tem um papel indispensável para o fornecimento de energia. E para isso, é extrema importância: Equilíbrio na ingestão de macro (carboidratos, proteínas e gorduras) e micronutrientes (vitaminas e minerais), ingestão de fibras, manter a hidratação e consumir suplementação, caso seja necessário.


Durante o isolamento social durante a pandemia da Covid-19, as pessoas acabaram ganhando peso mais rápido que o habitual, devido à falta de exercícios físicos. Para se ter uma ideia, a média de ganho de peso da população brasileira foi de cerca de 6,5 quilos, segundo levantamento do Instituto Ipsos.


Com o aumento de peso, a procura por dietas restritivas e, muitas vezes não confiáveis, para acelerar a perda de peso, aumentou consideravelmente, podendo levar riscos para a saúde, redução do desempenho esportivo e risco de lesões. A falta de energia ou o seu mau consumo, pode trazer consequências ao nosso corpo, como isco de infecções frequentes, mau humor, exaustão mental, maior tempo de recuperação e carências nutricionais.


Efeitos principais


  1. Redução da performance em esportes de longa duração;

  2. Diminuição da força muscular;

  3. Redução dos estoques de glicogênio;

  4. Menor resposta ao treinamento;

  5. Depressão;